Google Wave agora é Labs, não precisa mais de convite, e grátis para Google Apps

28/05/2010



Tanto se falou no Google Wave, antes na sua versão Preview, agora na sua versão atual, denominada de Labs, Google retirou também o acesso limitado por convites. Hoje, qualquer um que tenha conta no Google Accounts, pode digitar apenas http://wave.google.com/ para acessar o seu próprio Wave. Alguns de meus amigos, estão tendo dificuldades em acessar, já que é um sistema novo e recente, e alguns deles ainda limitam-se em ter contas apenas em um ou outro serviço de e-mail fora o oferecido pelo Google, o Gmail, por acharem muito ridículo ter um gmail.com no nome de usuário, mas, isto é uma questão de gosto, pois o google tem o domínio "googlemail.com" para todos os usuários do Gmail (se você tem um Gmail, experimenta trocando o final por @googlemail.com) e além disto, seu e-mail do Google Wave, permanece o mesmo, apenas trocando o final, que é "@googlewave.com".
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Lista com 1600 E-mails que aceitam currículos

26/05/2010





Neste tempo de crise, vale apelar para tudo. Estou revoltado também com situações de emprego no Brasil, cada vez mais empregos, porém pagando menos, e mais empresas pagando o mínimo possível para uma quantidade maior de funcionários. Quem disse que crise não chegou no Brasil?


Para quem quiser e distribuir, aqui está uma lista de várias empresas, que aceitam receber currículos por e-mail. Dentre elas, estão empresas de Informática, Mídia Social, Comunicação, Vendas, Telemarketing, entre outras.













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Noções básicas de IPv6

22/05/2010

Neste documentário, tem um material referente ao trabalho de uma pesquisa sobre noções básicas sobre IPv6.


Veja sobre:
- Necessidades
- Classes e Conversões
- Capacidades
- Composição do Endereço
- Protocolos
- Plataforma
e por último, a Bibliografia.



Necessidades 
A partir de 1994, as coisas na internet começaram à ficar um pouco complicadas. Já naquela época, não havia endereços IP suficientes para atender grandes empresas, que dispunham de vários computadores, e até então, não havia outro método mais prático, que colocá-los cada um com o seu endereço IP na Internet, apesar de não ser tão frequentemente utilizada, a necessidade por mais endereços já foi notada nesta época. Depois disto, criaram-se métodos como o NAT (networking address translation) que traduz um endereço IP de  Internet, para um endereço IP local, fazendo com que a rede da internet funcione localmente para vários computadores usando um único endereço IP.
Antigamente, as pessoas não passavam mais de 2 à 3 horas conectadas à Internet, então, uma alternativa para reduzir os números de IP (que já estavam ficando restritos) foi a utilização de endereço IP dinâmico. Isto resolveu parcialmente um grande problema, que acabou gerando lucros para as empresas fornecedoras de Internet, já que era possível colocar mais clientes on-line, enquanto outros clientes estão com o computador desligado, ou sem atividade na Internet (conexões dial-up, o usuário mal usava 1 hora do dia em média). Entretanto, as coisas mudaram, avançaram, e mais dispositivos de rede como roteadores, NAT, servidores, servidores de impressão, controle remoto residencial, entre outros, trabalham como se fossem um computador na Internet, e então, precisam de um endereço IP para ele, assim como acontece com os aparelhos celulares, que agora com a moda do 3G, 4G e 10G em alguns países, tomaram conta da Internet esgotando os últimos endereços IP disponíveis, fora a questão do tempo conectado, antes o usuário mal passava 3 horas conectados à Internet, mas hoje em dia, com dispositivos móveis, isto aumentou para quase 10 horas diárias.
Antes, as pessoas acessavam à Internet, talvez apenas no serviço, e alguns em sua própria casa. Atualmente, pessoas conectam-se em casa, no serviço, em shoppings, andando pelas ruas, em movimento, enquanto está aguardando um ônibus, metrô, as vezes num simples sistema de MSN (que a Vivo oferece para clientes por R$ 5,00/mensais aproximadamente) até um Blackberry Curve do qual o executivo responde e-mails a cada 5 minutos, e que são extremamente importantes para a informação da empresa da qual trabalha. Hoje, negócios são fechados por e-mail, eu mesmo, tenho alguns produtos que comercializo em um site de vendas, e os clientes, dos quais compram meus produtos, praticamente 90%, são clientes dos quais nem conheço, e nunca ouvi a voz deles, contato apenas por e-mail, e no mais próximo, só as agências dos correios.
Com tantos dispositivos on-line, mais pessoas com mais tempo on-line, realizando as mais diversas transações de negócios, e-mail, entretenimento, mensagens instantâneas, sites de relacionamento, compras on-line, vendas on-line, chegou ao fim a quantidade de endereços IP providos pela versão 4 do protocolo de Internet.
A companhia de terminal móvel OI, para tentar minimizar os problemas de falta de endereço IP, todos os seus clientes acessam à internet através de uma rede local do tipo WAN (local de longa distância), da qual conecta-se com o seu servidor de Internet à Internet, ou seja, todos os clientes possuem apenas um endereço IP na internet. Como grande parte dos celulares não requerem portas abertas para receber dados diretamente da Internet, o NAT faz seu trabalho sendo além de um guardião, já que trabalha como firewall, porém, limitando os usuários à acessarem sites de download (que travam o endereço IP à cada 24 horas por download) e/ou serviços de compartilhamento de arquivos em redes adversas conhecidas como P2P (People To People).
A nova versão do protocolo de internet, a versão 6, traz as vantagens tanto esperadas pelos recursos atuais inexistentes da versão 4.


Classes
No novo padrão IPv6, não há classes definidas como no padrão IPv4, como classes do tipo A, B, C, enfim, mas há outros tipos de nomenclaturas que devem ser resaltadas. Obviamente, como o IPv6 engloba todos os endereços IPv4 em um ranjo iniciado por zeros, pode-se aplicar à mesma classe do IPv4, mas oficialmente, para endereços do padrão IPv6, não há classes definidas.

As mesmas definições do IPv4, são válidas para o IPv6. Como descrito na documentação, da mesma forma que não afeta à segurança dos sistemas por ser o IPv6 muito semelhante ao seu antecessor, além de totalmente compatível, temos algumas classes específicas do novo padrão.

Há, ao invés do padrão anterior que eram divididos em dois tipos de classe, a Unicast e Multicast, há outra denominada de Anycast, que identifica interfaces de rede que pertencem à diferentes nós na rede. Um pacote anycast é enviado apenas para uma interface de rede, mesmo que esteja em nós e/ou redes diferentes.

Para a compatibilidade com o padrão anterior, há algumas observações importantes à seguir:
::/96
Os zeros identificam que o endereço é compatível com o padrão anterior IPv4.
::1/128
Endereço de Loopback
2001:db8::/32
Endereço usado apenas para exemplo, documentos utilização este prefixo (preferencialmente) para supor que este endereço é um exemplo. Não deve-se ser utilizado, se usado, roteadores entenderão que é apenas um endereço de exemplo para algum tipo de teste, podendo descartar o pacote caso haja tráfego demasiado na rede, sabendo que não é um pacote importante para trânsito.
fec0::/10
Este é um endereço local de site. Este prefixo identifica que este endereço é válido apenas dentro da organização. Entretanto, não foi aprovado como padrão oficial pelo padrão do RFC.
ff00::/8
Este prefixo informa que a rede é do tipo Multicast, e qualquer endereço com este prefixo, entende-se que é um endereço Multicast.
fe80::/10
Endereço particular físico de rede local. Não é válido na internet.
Prefixo 2001
Padrão de IP válido na Internet atualmente oficial. Primeiramente, usado o prefixo 2000 como padrão.

Multicast: Envia-se para várias interfaces de rede ao mesmo tempo, desde que o endereço esteja no ranjo de ff00:: até ff00::FF. (ff00::/8).

Conversão de Endereço IPv4 para IPv6

Há, dentro do IPv6, a conversão para o formato hexadecimal. Exemplo:

0000:0000:0000:0000:0000:0000:XXXX:XXXX.

Onde há um X, é aonde é alocado o endereço IPv4 no padrão hexadecimal, e por isto, para IPv4 usa-se a máscara ::/32. Veja o exemplo abaixo:

Capacidades

A capacidade do IPv6 é indiscutível, ele possui em seu ranjo total, todos os endereços IPv4 para compatibilidade, em apenas um pequeniníssimo ranjo.
São oito grupos com 16 bits cada. Em cada grupo, é possível alocar 65536 computadores, ou seja, antes que era necessário 2 grupso para alocar esta quantidade de computadores, agora em apenas 1 grupo já pode-se utilizar uma quantidade muito maior.
Veja à seguir, a tabela com a quantidade de dígitos hexadecimais utilizados e a quantidade de dispositivos de rede máximos da topologia IPv6, supondo a exclusão dos endereços IPv4 e reservados, como rede local e/ou outras definições:
Ranjo IPv6
Quantidade de dispositivos em rede
::0000 para ::FFFF
65.536
::0000 para ::FFFF:FFFF
4.297.967.296
::0000 para ::FFFF:FFFF:FFFF
281.474.976.710.656
::0000 para ::FFFF:FFFF:FFFF:FFFF
18.446.744.073.709.551.616
::0000 para ::FFFF:FFFF:FFFF:FFFF:FFFF
1.208.925.819.614.629.174.706.176
::0000 para ::FFFF:FFFF:FFFF:FFFF:FFFF:FFFF
79.228.162.514.264.337.593.543.950.336
Todo o Ranjo (em notação científica)
3,4028236692093846346337460743177e+38

Para criação de redes do tipo subnet, usa-se o padrão de mascara de rede colocando uma “/” no final do endereço.

Exemplo:

            fe80:3c6e:3e6a:3e90::/128

Este endereço informa que, cada grupo da direita para a esquerda, são os números de hosts disponíveis, e que os quatro grupos da esquerda para a direita, significam a identificação da rede.


Acredito que vendo este modelo acima, fique claro como funciona a nomenclatura de máscara de rede no padrão IPv6, já que escrever ffff:ffff:ffff:ffff:0:0:0:0 seria fora do ideal para este padrão.

Cada grupo possui 16 bits, então para cada grupo, faça a soma dos que são utilizados para os hosts, da direita para a esquerda. Por definição, o padrão é utilizar até 64 bits para hosts, que é o suficiente.




Composição do Endereço

O IPv6, por ser um protocolo desenvolvido para ser compatível totalmente com a versão anterior, ele engloba todos os endereços IPv4 em seu ranjo atual.
É composto por 8 grupos de 16 bits (4 dígitos hexadecimais) separados por dois pontos, ou seja:


Para simplificar à escrita, os zeros escritos da esquerda para a direita, podem ser supridos, assim como um número convencional que conhecemos, ou seja, não é obrigatório manter os quatro dígitos para o endereço no padrão IPv6 (como também ocorre no IPv4, onde pode-se escrever ao invés de 005.003.010.003, o número 5.3.10.3). Ficaria assim o exemplo:


Para resumir ainda mais, há outro método, o resumo de blocos de zeros contínuos. Ao colocar dois pontos repetidos em qualquer parte do endereço, é possível suprir a quantidade de zeros. Veja:



Observação: Pode-se utilizar apenas “::” para informar que o endereço é apenas constituído de zeros.
Para redes locais, inicia-se com "FE8", veja o exemplo:





Para redes do tipo Multicast, utiliza-se o prefixo "FF". Para endereços baseados em IPv4, em base, tomamos o endereço IP: 100.5.3.23. Em IPv6, o equivalente é:

::100.5.3.23. 

(padrão IPv6 em padrão resumido de fácil entendimento, utiliza-se pontos como IPv4, mas o valor é convertido para IPv6 dentro de códigos hexadecimais e com dois pontos, em apenas dois grupos, à saber, os dois últimos, considerando da direita para à esquerda, com máscara de 32 bits).




Protocolos
ICMPv6

O novo padrão do protocolo, une em apenas um único sistema, os antigos ICMP, ARP (Address Resolution Protocol), e IGMP (Internet Group Membership Protocol version 3), em apenas um único padrão, subdividido em duas classes de informação:

- Mensagens de Erro
            Erros como: Destino não encontrado, Tempo excedido, Pacote muito grande, etc.
- Mensagens de Informação
            Subdividido em 3 grupos de tipo de mensagens:
Ø       Mensagens de Diagnóstico
Ø       Mensagens de Descoberta de Área da Rede (neighbor)
Ø       Mensagens de Gerenciamento de Grupos Multicast

Abaixo, o detalhe de como é composto e formado o pacote do tipo ICMPv6.


Aqui uma pequena tabela de alguns códigos de dados do ICMPv6 que são utilizados nos pacotes de informações e/ou mensagens de erro:

Código ICMPv6
Descrição
1
Destination Unreachable (Destino não disponível/encontrado)
2
Packet Too Big (Pacote muito grande)
3
Time Exceeded (Tempo Esgotado)
128
Echo Request (Requisição de Eco)
129
Echo Reply (Resposta de Eco)
130
Group Membership Query (Requisição de Grupo)
131
Group Membership Report (Resposta de Grupo)
132
Group Membershiop Reduction (Redução de Grupo)
133
Router Solicitation (Solicitação de Roteamento)
134
Router Advertisement (Aviso do Roteador)
135
Neighbor Solicitation (Solicitação da área)
136
Neighbor Advertisement (Aviso da área)
137
Redirect (Redirecionamento)
138
Router Renumbering (Renumeração de Roteamento)

Plataforma

Multiplataforma. Tanto é que o protocolo IPv6 possui especificações exclusivas para dispositivos móveis, com especificações para áreas de handoff, diminuindo a latência na troca de redes, sejam elas WLAN, WCDMA, LAN, WAN, e outras redes disponíveis em redes de interfaces móveis.

Mobile IPv6

Mobile IPv6 é um padrão da IETF (Internet Engineering Task Force), sobre o RFC 3775, que oferece para interfaces e nós de rede do tipo móveis, melhorando a velocidade em áreas de handoff, diminuindo taxas de latência.

O Mobile IPv6 tem como futuramente, ser usado em redes como WiMAX, WLAN e BWA, e outras, mantendo o mesmo endereço IP por nó móvel.

Áreas de Handoff em IPv6 (implementação do Mobile IPv6)

São áreas das quais há conectividade à internet em dois pontos diferentes ao mesmo tempo, como em dispositivos móveis, quando há sinal HSDPA 3G e Wireless ao mesmo tempo, então a implementação do Móbile IPv6 melhora a transferência de um para o outro, de forma totalmente transparente ao usuário, alternando os pontos de acesso da maneira mais rápida possível, evitando gargalos na rede em pontos de acesso congestionados.


Áreas adversas de aplicações do IPv6
Sensores biométricos da Indústria da Medicina usando IPv6

Os sensores são utilizados em pacientes, tanto em hospitais como em pacientes com níveis críticos como pessoas de Idade ou pessoas recém operadas.

Estes sensores criados trabalham nativamente com a nova especificação do IPv6, já que é possível conectar-se à redes disponíveis e manter um único endereço IP por longos anos, sem a necessidade de alterar com freqüência, já que há um ranjo muito grande para estes endereços. A RFC estuda um caso, de utilizar um ranjo específicos para interfaces de rede que cuidam da saúde dos pacientes. Não sabe-se ainda qual é este ranjo destinado apenas para estes tipos de dispositivos.

Breve Descrição

O IPv6, além de todas estas implementações, pode ser utilizado em diversos tipos de plataformas, área da saúde, controle geográfico, assim como dispositivos de localização, veículos, além, é claro, dos computadores e terminais móveis celular.








Bibliografia

IPv6 - Cisco Systems (visitado em: Abril de 2010).

Cisco response to the US Department of Commerce IPv6 RFC (Resposta da Cisco ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos sobre as normas do IPv6)
http://www.ntia.doc.gov/ntiahome/ntiageneral/ipv6/comments/Cisco_IPv6_RFC_response.pdf

IPv6.com – ICMPv6 Technical Details and Advantages http://ipv6.com/articles/general/ICMPv6.htm


Charpter 4 – Subnetting (IPv4 e IPv6) http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb726997.aspx

Internet Engineering Task Force
http://www.ietf.org/


Trabalho de Aristóteles Machado, curso de Ciência da Computação, aula de Redes de Computadores.
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Revista em HTML5

21/05/2010

Uma revista norte americana, lançou uma versão de sua revista no novo padrão de linguagem de marcação de texto, denominada de HTML5.

O HTML5, em certas partes, é capaz de substituir a plataforma Flash da proprietária Adobe, fazendo com que o usuário possa assistir vídeos, mover objetos, e ter uma internet e uma navegação mais dinâmica.



Veja este vídeo sobre a apresentação da revista sobre o HTML5:




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Os Segredos do Mercado Livre

18/05/2010

Muitas pessoas tem, talvez a síndrome do pânico para comprar coisas pela Internet, principalmente quando falamos de sites de vendas de produtos, como pessoas que não conhecemos, que vendem produtos de forma quase que anônima, mas nesta publicação, você irá aprender como ver vendedores confiáveis, além de saber como vender seus produtos, e não ser negativado.
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Como tirar o Bradesco Internet Banking de seus usuários?

17/05/2010


Parece até história de ficção científica, de hackers e crackers manipulando computadores centrais de Manhattan em Cidade de Nova Iorque, mas não, isto é bem simples, e muitos talvez me chamem de lammer ou coisa parecida, mas é de extrema importância para que o banco tenha uma segurança voltada à este aspecto ilustrado aqui nesta postagem.

Não só o internet banking do Bradesco, como de outros bancos estão vulneráveis à esta falha de segurança, das, o Bradesco, possui, explicitamente em sua aplicação do iPhone (que pode ser acessada de qualquer computador com internet, ou qualquer dispositivo) solicitando justamente vários itens importantes de acesso a conta, na primeira página, como agência, conta, e senha.

Ao digitar sua senha, de forma errada, mais do que 3 vezes, sua conta é bloqueada para acesso ao Internet Banking. Seu desbloqueio só será realizado na agência.

Certo, mas agora, se isto for usado em todas as contas? Difícil? Não, isto é extremamente fácil. O servidor trabalha aceitando requisições do tipo POST (envios de formulários sobre http) e os dados podem ser gerados de forma como em um loop, passando de conta em conta, e de agência em agência, tentando 3 vezes com senhas erradas apenas para bloquear a conta de todos. O que isto irá resultar? Bem, como todas as pessoas só podem desbloquear a função do Internet Banking pela sua própria agência, muitas pessoas irão neste dia no banco para refazer seu acesso, principalmente empresas que necessitam do uso diário do Internet Banking para utilização pelos funcionários de RH, e outros.

E se isto ocorresse em um dia de pagamento? Muitos salários seriam retidos, muitas pessoas não iriam receber seus salários, já que o RH necessita de entrar na aplicação para colocar o valor de salários de seus funcionários (à não ser que vivam ainda no tempo da pedra, escrevendo em papel e enviando por motoboy à agência).

Como pode-se fazer isto? Uma das formas, das quais eu mesmo fiz, foi um programa em php, criado para enviar requisições POST ao servidor, e o resultado apresentava na tela como "senha inválida" para cada uma das tentativas, rodando, em linguagem de programação, dentro de um "for" e um "while"... exemplo, enquanto (while) não receber "senha inválida", continue tentando (derrepente a pessoa colocou uma senha igual ao que o sistema está usando) e depois dentro do for, os números entre 1 e 700.000 (já que pode-se considerar que seja a média de contas por agência, levando em consideração, agências antigas, que possuem muitas contas canceladas, contas poupança, etc.).

Mas pera aí, e o tecladinho virtual? Bem, estamos falando de requisição POST, quando você envia um formulário, você não utilizou o tecladinho virtual para fazer isto, isto que estamos falando, é como criar um formulário em html, utilizar a ação do formulário para o servidor do bradesco, e clicar em "enviar", e então, o navegador encarrega-se de enviar o formulário ao servidor.

Talvez, seria mais seguro, se o servidor não permitisse o envio de formulários com um HTTP_REFFER diferente de seu domínio padrão, exemplo, se o formulário vem sem nenhuma informação no HTTP_REFFER, a solicitação não é autorizada, mas já se o HTTP_REFFER tiver a informação de "bradesco.com.br" a solicitação é autorizada.

O HTTP_REFFER é simplesmente a informação que o navegador envia ao servidor, informando da onde veio aquele formulário, ou melhor, a última página acessada; porém, para quem entende de cabeçalhos HTTP, seria fácil manipular em um envio via socket sobre POST no windows, ou linux, ou qualquer outro sistema operacional (inclusive, o Safari, permite mudar algumas informações de HTTP quando ativa a função de desenvolvedor, como a do browser sendo utilizado, do qual pode-se utilizar a visualização para iPhone no safari, no seu computador, com apenas um clique, assim como disfarçar-se de Internet Explorer, Firefox, entre outros, já que tem a opção de personalizar).

O navegador Ópera, também tem esta função de "falsificar" sua integridade de navegador, disfarçando-se de outros navegadores, porém, não possui opções para personalizar como desejar, travando-se apenas em "Disfarçar-se como Internet Explorer" e "Disfarçar-se como Mozilla Firefox".
  
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Usando o F6 da Instalação do Windows XP sem disquete

11/05/2010

Esta semana, estive com um pequeno problema em um computador de um de meus clientes. Este computador, notebook da linha intelbras, possui uma controladora do tipo AHCI diferente, da qual nem é possível instalar o Windows XP nativamente. Assim como o cliente havia pedido, pediu para instalar o Windows XP na máquina; e estava sem uma unidade de disquete externa, então veio a solução rápida e oportuna, o programa nLite.

Na caça dos drivers da controladora, que é uma Intel integrada ao chipset, percebi que o Windows Vista oferece suporte para drivers de controladora de disco rígido à partir do USB e de CD-ROM, além do antigo disquete; mas o nosso Windows XP que já tem mais de 10 anos; porém seguro e rápido (por até certo ponto de vista, tomando seus cuidados, obviamente) não oferece estes recursos facilitadores, e em nosso notebook, especificamente o i211 da Intelbras, não tem unidade de disquete (alguém sabe de algum notebook que tem unidade de disquete? E se souberem, nem precisa me falar!!).

Ao iniciar o programa, ele apresenta um menu intuitivo informando as opções que podem ser modificadas de sua instalação, a que utilizei foi apenas à de "Instalação de Drivers adicionais" do qual coloquei os drivers manualmente, no formato "CD Boot", onde os drivers são encaixados no arquivo "drivers.cab" da pasta x:\i386\ do CD, e então, ao finalizar o programa, ele gera uma imagem ISO para gravar direto em uma mídia.

Durante a escolha do driver, o nLite me sugeriu uma lista de drivers semelhantes para inserir no "CD Boot", e como eu não sabia qual era a controladora exatamente, resolvi pressionar CTRL e clicar em todas.

Ao final da gravação, da qual usei um CD-RW, totalizou menos de 350Mb, ou seja, o nLite retira aquilo que não é necessário como pastas de exemplos e ferramentas de migração, deixando apenas a instalação do windows e suas modificações.

Ao colocar o cd no notebook, a instalação deu-se início rapidamente, detectando-se o disco rígido, e por incrível que pareça, a unidade de cartão foi reconhecida (mesmo sem cartão) como unidade com espaço não particionado (talvez os drivers fazem uma ponte para funcionar o sistema sobre cartões de memória, provavelmente).

Instalação ocorrida perfeitamente.

Observação: Por segurança, o programa nLite foi executado em uma máquina virtual. O nLite pode ser usado para gravar o CD, mas em máquina virtual, isto não é possível, mas ele possui a função de gravar a imagem do CD em disco, podendo transferí-la para seu host para concluir o trabalho.

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