Função de conversão de texto UTF-8 para sistemas legados

04/01/2012

Em ASP, um simples conversor que fiz no meu serviço para converter código UTF-8 para os caracteres mais utilizados (como em um texto) para caracteres corretos. Isto é muito útil quando temos sites totalmente em UTF-8 e apenas algum componente não consiga ler os caracteres. Este código pode provavelmente ser migrado para outra linguagem:

function UTF8_ANSI(x)
    ' Check if do you are using the codepage 1252 or this script doesn't works properly.
    ' Verifique se você está usando o código de página 1252 ou este não funcionará corretamente.
    ' <.%@LANGUAGE="VBSCRIPT" CODEP A G E = "1252" %.>
    Cod = second(now()) + minute(now())
    x=replace(x,chr(226)&chr(128)&chr(156),chr(34))
    x=replace(x,chr(226)&chr(128)&chr(157),chr(34))
    x=replace(x,chr(226)&chr(128)&chr(147),chr(150))
    for ife = 1 to 191 : x=replace(x,chr(195)&chr(ife),chr(ife+64)) : next
    UTF8_ANSI=x
end function

Com isto será possível codificar os caracteres corretamente.
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O que é Sistema de Arquivo (File System)

24/09/2011

Muitos dizem por aí que os programas e jogos estão na "memória" do computador. Este termo popular se ridicularizou e se popularizou muito na década de 90 entre antigos gammers e iniciantes em informática, devido antigamente os jogos estarem co-relacionados à cartões e/ou cartuchos de memória.

O conceito em seu princípio não está tão errado, afinal não deixa de haver um programa "memorizado" em algum lugar, o equívoco que ocorre é que um computador, dos mais simples até os mais complexos, utilizam vários tipos de memória, e profissionais da área e/ou utilizadores assíduos que tem um conhecimento básico, sabem distinguir que memória é aonde passa tudo, porém não fica, ou seja, é uma área aonde não é gravado nada para sempre, pois se perde.

A memória real do computador, é um chip eletrônico volátil, contendo transistores microscópicos que dependem explicitamente de energia elétrica para manter um estado, seja este estado "ligado" ou "desligado", gerando assim os bits por sua vez, 1 e 0 (zero).

Um transistor é um componente eletrônico com três contatos, sendo um deles o de energia alimentadora (para fazê-lo funcionar), o Ground (negativo) e o outro que irá receber o estado de passar energia ou não para continuar o cirquito, dependendo do valor que recebe pela energia alimentadora.

Enfim, não entraremos em detalhes de engenharia na sua funcionalidade, mas a memória como é conhecida nos termos populares, é conhecido fisicamente como Hard Disk ou Disco Rígido.

Este tipo de "memória" (ou melhor, disco) armazena informações em pratos contendo filamentos de ferro polarizados, aonde podem manter estados magnetizados ou não, e podem manter os dados por muitos anos (desde que não haja problemas com o braço do disco [veremos isto daqui a pouco]).




Nas imagens acima, você está vendo o disco rígido aberto e o fechado. Lógico que o disco fica sempre fechado em uma capa que não permite que poeira entre, já que trabalhando com ele aberto, compara-se à um avião à toda a velocidade andando à 5cm do chão, ou seja, qualquer poeira, seria uma catástrofe para os dados que estão sendo gravados ou lidos.

Um disco rígido é composto por um braço, discos que giram através de um motor que mantém uma velocidade fixa, que pode ser 5.400 RPM (rotações por minuto), 7.200 RPM, 10k(rpm), 15k, 30k, entre outros. Claro que os mais populares são atualmente os de 7.200 RPM para discos de desktops, e de 5.400 RPM para notebooks, e logo seguido vem os discos chamados também de "Raptor" da WDC (Western Digital Corporation - Fabricante de disco rígidos de qualidade), que alcançam em um único discos, velocidades de rotação de 10k e 15k. Acima disto, são conglomerados de disco em storages (sistemas de armazenamento de grande volume de dados, geralmente localizados na rede da empresa) que simulam velocidades comparando a taxa de transferência somando as velocidades dos discos no conjunto.

Um storage, ou também conhecido como SAN (Storage Area Network), é um lugar aonde armazena muitas informações de forma segura, inteligente, utilizando a rede da empresa, sendo transparente para qualquer sistema operacional e ainda consegue ter velocidade.

A velocidade é adquirida com base de vários discos que trabalham em um conjunto, mas para garantir consistência nos dados que são salvos, é necessário ter mais discos para que os dados possam realmente serem salvos com segurança de forma mais rápida.

Os storages atuais trabalham em margens de 30k (simulando um disco de 30.000 rpm) e de 45k (45 mil rpm).

Na prática, esta velocidade de forma física, seria incapaz de gravar os dados com segurança, mas o sistema de arquivos do sistema distribui as informações entre vários discos para que consiga ter este ganho com relação à velocidade.

Enquanto um disco rígido comum popular consegue gravar à meros 80 Mb/s, um storage consegue facilmente pela rede, gravar de 400 Mb/s à 1 Gb/s, e dependendo do storage, até 10 Gb/s utilizando uma conexão de fibra-óptica, mas neste caso, são storages que possuem em seu interior, mais de 150 discos rígidos.

Como você pode já perceber, um sistema de arquivos é um pouco complexo para ser explicado, já que envolve vários fatores básicos que talvez você nunca leu à respeito, mas isto é o mais simples do princípio.

Um sistema de arquivos possui várias composições, camadas, e aplicações.

Um computador (baseado em arquitetura x86), inicia sua operação através da BIOS (Basic Input and Output System) (ou para retardados: "Bichinho Ignorante Operando Sistema") que por sua vez, inicia suas operações de leitura do disco rígido local da máquina, no primeiro canal da primeira controladora de disco, obtendo as informações da trila zero do disco.

O disco rígido possui um software na trilha zero, que carrega na memória RAM (Random Access Memory) (ou memória de acesso aleatório) o programa do sistema de arquivos, e com isto, o computador e o processador do computador, passa a entender suas partições e sua estrutura, carregando o restante dos componentes conforme é feita a leitura dos arquivos de configurações do sistema operacional, registros, e da tabela de arquivos do sistema de arquivos para o carregamento do sistema operacional de um computador.

O sistema de arquivos é constituído de principalmente de um software, um micro-código que é embutido para que o sistema computacional e o processador saiba como operá-lo, e uma tabela de alocação de arquivos, aonde é registrado todos os meta-dados de um arquivo de forma que possa ser possível acessá-lo na parte gravada do disco. Geralmente, esta tabela de alocação de arquivos ocupa 2,4% do espaço total do disco, ou seja, para cada 1000 Mb formatados com um sistema de arquivos, são utilizados 1024 Mb.

O sistema de arquivos pode armazenar dados conforme sua tabela permite armazenar estes meta-dados. A NTFS possui uma tabela com entradas de 256 bits, o que permite que o disco possa ser utilizado com uma partição formatada de até 16 Eb (Exabytes), ao contrário da FAT32, que opera em 32 bits e tem o limite teórico de 2 Gb. O limite real seria 4 Gb, com modificações no sistema, e estas modificações permitem que o sistema possa ser utilizado com discos de capacidades maiores, como os pen-drivers de câmeras com capacidades de 16 Gb, sendo que a câmera só consegue trabalhar com FAT32. (Isto ocorre porque o tamanho dos setores são aumentados, e cada arquivo, por menor que seja, ocupa um tamanho já pré-determinado mínimo no sistema, mas como geralmente as câmeras salvam arquivos grandes, (maiores que documentos do word por exemplo) esta limitação não é tão vista pelos usuários.

Pen-drive formatado em NTFS funciona em computador, mas em dispositivos como um player de áudio de um carro, ou um aparelho de DVD, não entendem este formato de sistema de arquivos, pois é um sistema proprietário da Microsoft, e que possui certos parâmetros de utilização e nível de permissão que os dispositivos eletrônicos deveriam incorporar dispositivos de capacidade de processamento elevado para trabalhar com estes discos.

Atualmente, no Linux, já há suporte através de paths ao NTFS, mas ainda não é totalmente funcional, como por exemplo, para reparação de dados. Acessar o NTFS em outros sistemas, pode danificar o sistema de arquivos, pois ele é composto por um complexo sistema de banco de dados, utilizando um arquivo chamado de MFT (Master File Table), localizado na raíz do disco, oculto de modo que o usuário não consiga visualizar seu conteúdo nem acessar para conseguir visualizar, porém não é permitido salvar nada com o nome de "mft" na raíz do disco, sem haver uma extensão para tal arquivo, pois isto poderia sobrescrever o sistema de arquivos inteiro, "apagando" todos os dados do sistema.

"Apagando" com aspas, porque toda a formação de disco do windows, é exatamente isto que ele faz. Ele apaga este arquivo que contém o registro das informações dos arquivos salvos, e não apagando fisicamente ele do disco físico, como acontece com a formatação de baixo nível (que passa vários zeros e uns pelo disco inteiro para que seja realmente apagado por completo).

A formatação física não recupera Bad Blocks (áreas de alocação danificadas por reutilização e desgaste, por se tratar de uma mídia magnética, possui limitações de leitura/gravação/regravação sobre a mesma).

No Linux, há vários sistemas de arquivos, um mais completo que outro, outros mais simples, outros mais centralizados, enfim, todos realizam a mesma função: armazenar arquivos.

Como os arquivos são armazenados, aí é questão do sistema de arquivos gerenciá-los e tratá-los.
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Tablets equipam as viaturas da polícia

21/09/2011

Os computadores de mão com tela sensível ao toque, objeto de desejo do momento, ajudam a Polícia Militar paulista no combate à criminalidade. Viaturas da PM equipadas com a nova tecnologia foram apresentadas na manhã de segunda-feira (12) ao governador Geraldo Alckmin e ao secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, no Comando Geral da PM, no bairro da Luz, centro da capital.

Hoje, 4 mil viaturas da PM equipadas com tablets patrulham bairros da capital e algumas cidades da região metropolitana. Até janeiro do ano que vem, todas as 11 mil viaturas da PM no Estado contarão com a nova tecnologia, que auxilia a consulta nos bancos de dados criminais, registros de boletins de ocorrências, anotações e relatórios, além de enviarem informações ao comando. Preso ao vidro dianteiro, o tablet é ligado diretamente à bateria do veículo. Os equipamentos contam com GPS e também receberam localizadores automáticos de viaturas (AVL), que vão agilizar a localização da viatura mais próxima da ocorrência.

Muito mais do que ajudar no policiamento operacional, os tablets melhoraram a gestão da tropa e dos recursos. A ocorrência é transmitida para a viatura pelo tablet, uma janela se abre e passa as informações preliminares aos policiais. Após assumir o atendimento, o GPS gera uma rota.

"Não é possível colocar um policial em cada quarteirão do Estado. Por isso, precisamos investir na tecnologia", afirmou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo.

Fontes: Jornal Cidade, Exame.com (foto).
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Suposto hacker que teria desviado R$ 360 mil é preso

19/09/2011


Dia 6, policiais civis do GARRAS prenderam o técnico de informática Mário Dias Neto, 30 anos. Depois de obter informações confidenciais, ele teria burlado o sistema SESI FIEMS do Banco do Brasil e desviado um pagamento que seria creditado para uma concessionária da Capital, no valor de R$ 360 mil. Com o dinheiro creditado em sua conta o hacker efetuou diversas compras.


As investigações continuam a fim de identificar os aplicativos usados no desvio do dinheiro.

A quantia de R$ 360 mil teria "sumido" da conta da Casa da Indústria (Sesi) após uma transferência malssucedida realizada pelo Banco do Brasil no início deste mês, segundo consta em boletim de ocorrência registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil da Capital.

Segundo o registro policial, a entidade pediu a transferência do valor para crédito em conta de uma concessionária de veículos em Campo Grande. O montante seria referente à compra de três caminhonetes da marca Toyota.

Três semanas após o pedido de transferência da quantia, o Sesi foi informado que não havia sido creditado o valor. O advogado da entidade, de posse do comprovante de transferência procurou a agência do Banco do Brasil onde a transação teria de ser efetuada e foi informado que o dinheiro fora transferido para a conta corrente de pessoa física, cujo nome inclusive foi fornecido a ele.

O boletim de ocorrência traz a informação de que o gerente do Banco do Brasil informou ao advogado do Sesi disse não saber o que havia ocorrido, mesmo diante do comprovante de transferência com os dados da concessionária. Ainda foi informado à polícia que 15 dias depois da primeira transferência, outra quantia e dinheiro (R$ 120mil) fora transferida para a concessionária, a pedido da entidade, valor creditado corretamente.

Foi solicitado então imediata restituição do valor.

Fonte: Correio do Estado.
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Como incluir seu site nos buscadores mais populares

06/09/2011

Há várias formas de incluir seu site nos serviços de busca, porém o mais confiável, é enviando um mapa de seu site com todos os links para estes buscadores.

Há uma API dedicada dos buscadores para receberem arquivos de mapas no formato XML, chamados também de SiteMaps.

Primeiro você precisará ter um arquivo de sitemap para seu site, e há vários geradores de sitemaps pela internet disponíveis, que geram online arquivos de sitemap.

Como exemplo, usaremos o site http://www.xml-sitemaps.com/



Insira sua URL de seu site no campo e aguarde gerar o sitemap, que será um arquivo no formato XML. 
Este site possui uma restrição de 500 URLs por domínio, há outros com limites maiores, porém, se seu site não ultrapassar, pode utilizar este mesmo.

Lembre-se que se você utiliza um site com conteúdo dinâmico que a página sofre alterações com parâmetros do tipo QueryString (os comandos após um ponto de interrogação), isto conta como uma nova URL no sitemap, ou seja, uma página nova.

Depois de ter o arquivo do sitemap.xml em mãos, envie para seu site, deixando em www.seudominio.com.br/sitemap.xml para que os buscadores possam rapidamente encontrar o arquivo, e não esqueça também de ter um arquivo robots.txt para permitir que buscadores acessem seu site.

Agora, para agilizar o processo de busca pelos portais de busca (que talvez nem saibam que seu domínio exista), veja as urls de API dos buscadores mais comuns para envio de sitemap:

http://www.bing.com/webmaster/ping.aspx?siteMap=[url_sitemap]
http://submissions.ask.com/ping?sitemap=[url_sitemap]
http://www.google.com/webmasters/sitemaps/ping?sitemap=[url_sitemap]
http://search.yahooapis.com/SiteExplorerService/V1/ping​?sitemap=[url_sitemap]

Sendo que [url_sitemap] é a URL do seu site com o caminho do sitemap.xml.
Exemplo:
www.seudominio.com.br/sitemap.xml

Então para cadastrar no Bing, seria por exemplo:
http://www.bing.com/webmaster/ping.aspx?siteMap=http://www.seudominio.com.br/sitemap.xml

Lembre-se de alterar para seu domínio para que funcione.


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